Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

A história contada no livro é de uma linda índia. O pai dela, a pedido do grande espírito, colocou-lhe nome de um pássaro. Ela teria que sair da aldeia e ir para a cidade para conhecer outros costumes e culturas daquele local, mas cunha não poderia acreditar no que a cidade passava para ela. A cunhã, ao se transformar em pássaro, recebeu poderes especiais de Ñanderu.

No entanto, com a ida para a cidade, cunhã se apegou às tecnologias, às belas mentiras da cidade. Ela não poderia acreditar em ilusões da cidade e, caso se apegasse, não poderia voltar para aldeia. E assim aconteceu.

A história conta que, quando aparecem nuvens escuras no céu, é a linda índia chorando de saudades da aldeia. Quando cunhã está dormindo, ela sonha com a volta para a aldeia para ver o seu povo.

A partir da história, pudemos compreender que não devemos nos apegar às coisas materiais, porque não são importantes para viver feliz.

Aluno: João Pedro Silva de Silveira

Essa historia é contada de geração em geração pelos povos indígenas.

O livro conta a história de uma linda índia. O pai dela, um dia, bebeu muito caxiri, uma bebida dos índios, ficou bêbado, e disse que ouviu o rei dos índios falando que deveria mudar o nome da linda cunhã.

Ela deveria receber o nome de um pássaro. Sem pensar, o pai mudou-lhe o nome. Com nome de pássaro, a linda cunhã recebeu poderes de Ñanderu. Ela foi ordenada ir para cidade grande aprender os costumes e crenças de outras culturas, para que pudesse trazer para seu povo. N entanto, ela não poderia acreditar nas mentiras do povo da cidade.

Se ela acreditasse, seria amaldiçoada com seu dom e não poderia voltar a sua tribo. Conta a historia que a cunhã acreditou nas belas mentiras da cidade grande. Assim, ela foi amaldiçoada e não pôde nunca mais voltar a sua aldeia. Para lá só podia voltar em pensamento.

Aluno: Fagner Oliveira de Moraes

A história começa com uma menina que ouve atentamente sua avó contar uma história.

A história que a avó conta fala de uma menina muito linda, que Ñanderu lhe deu uma tarefa muito difícil de cumprir: ela teria que ir para cidade para aprender coisas novas para passar para seus companheiros da tribo.  Nessa tarefa, ela não podia se apegar as coisas da cidade e esquecer seus costumes e sua cultura, pois o que tinha na cidade era tudo uma desilusão da cidade moderna.

Se ela não cumprisse com o combinado ela não voltava para a tribo onde aprendeu todos os seus costumes. Foi muito difícil para ela ver tantas coisas novas e não poder se apegar. Então ela acabou ficando presa à cidade grande e só podia voltar à sua aldeia em pensamentos.

Aluno: Claudio Alberto

Conta a história que, certo dia, um índio ao chegar da roça disse para seu povo que os Deuses lhe mandaram trocar o nome de sua filha.

Logo em seguida ele o substituiu e sua filha recebeu uma espécie de poderes místicos, onde ela iria proteger seu povo e também sua cultura. Só que para isso ela teria que viajar para a cidade grande para aprender um pouco da cultura de outros povos.

Certo dia, os lindos cabelos da índia começaram a se alonga e seus braços começaram a criar asas. Sempre quando chegava alguém na tribo seu corpo recebia outra coloração para que se despistassem os curiosos.

Após algum tempo a jovem índia se apegou demais a outras culturas e seus ancestrais não lhe deram mais o poder para que voltasse a sua antiga forma. Desde então, ela sempre sobrevoa sua tribo talvez por saudades ou por dever.

Aluno: Edvaldo de Melo Verissimo

O livro fala de uma senhora que conta a história de uma índia para sua neta.

Certo dia um velho índio estava caçando lenha e, bem próximo ao pé de jurema, ele escuta uma voz que dizia: – sua filha mais velha terá que trocar de nome, ela irá receber nome de pássaro, juntamente com uma missão.

Nessa missão ela teria que ir até a cidade grande para aprender novos conhecimentos e levar para seu povo, sem perder sua cultura indígena.

Ao chegar à cidade grande ela se encanta com a cidade e esquece-se de sua origem. Ela não podia mais voltar para sua tribo e quando sentia saudade voltava para sua tribo somente em pensamento.

Aluna: Maria Vanessa de Lima Gomes

O livro conta numa aldeia havia crianças que escutavam histórias contadas pelos mais velhos. Tinha uma índia velha que era a contadora de historias. Uma jovem menina gostava muito de escutar o que ela dizia. Muito concentrada, ela se acocorava perto da índia e aboticava os olhos para prestar bem atenção, porque desde cedo ela aprendeu que tinha sempre que prestar atenção no que as pessoas falavam.

A história é de uma índia que era muito bonita e formosa. Um dia, seu pai chegou da roça embriagado de caxiri, colocou o fecho de lenha no chão e falou que um espírito soprou no seu ouvido e falou que já era ora de mudar o nome de sua filha. Então, ele chamou cunhã e falou: – Cunhã, a partir de hoje, você vai ter um nome de pássaro, vai demorar a se acostumar, mas é o melhor para o nosso povo.  A cunhã deveria ir à cidade para conhecer outras culturas. Ela desenvolveu alguns poderes, que acreditavam que eram coisas sobrenaturais. Saíam asas dela e ela sobrevoava pela aldeia. Ela deveria transmitir tudo que aprendia para a aldeia e, com suas asas, abraçava a aldeia para protegê-la. Seus cabelos longos cobriam-lhe os ombros e tinha uma mecha branca, da cor de suas asas, para as pessoas de fora não perceberem.

Ela voou para a cidade e lá se encantou pelas belas mentiras. Descumpriu uma parte de sua missão e na cidade teve que ficar. Ela voltava só em lembranças à aldeia, quando lhe batia saudade.

Aluna: Vanessa Ferreira Gonçalves

Fala sobre uma índia que não poderia perder sua cultura, nem deixar se influenciar pelas falsas belezas da cidade.

Essa índia era a mais linda de todas, que até Ñanderu tinha ciúmes dela.

Ela conversava com os Deuses e eles lhe diziam que seus cabelos pretos se transformariam em lindas asas. Também lhe diziam que ela teria a missão de aprender novas culturas na cidade grande, mas que não se esquecesse da cultura de sua própria tribo.

Mas, quando ela foi para a cidade se deixou influenciar pelas belas mentiras da cidade, e lá ficou presa.

Quando batia a saudade de sua tribo, uma nuvem escura aparecia no céu. Conta-se que essa nuvem escura representa o seu canto negro de dor. Já quando aparece uma gaiola aberta, é sinal que mais um pássaro adquiriu sua liberdade.

Aluna: Andreza Maria Alexandre Ferreira

 

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