Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

O texto fala de uma menina que sentou para ouvir a história que sua avó contava: de uma menina muito linda, tão linda que até deus tinha ciúme dela. O pai dela tomou uma cachaça e passou em frente de um pé de jurema que falou com ele e disse que já era hora de mudar o nome da filha. Essa voz era do deus. Então, o pai da menina disse que o nome dela seria o nome de um pássaro.

Ela tinha o dever de sair da tribo para a cidade, mas os pais da menina lhe avisavam para ela não se encantar pelas belezas e tecnologias da cidade. A linda cunhã possuía um longo cabelo negro que ficava cobrindo suas asas.

Ela caiu nas mentiras da cidade, então ela ficou presa lá e, ao lembrar do lugar onde vivia, batia-lhe uma forte saudade.

O seu povo quando via nuvens escuras no céu se lembrava de seu canto negro aprisionado à cidade.

O livro “Criaturas de Ñanderu” nos ensina que não devemos acreditar em tudo que a cidade tem para nos oferecer como, por exemplo, a televisão, o computador, dentre outros. Devemos analisar as coisas antes de acreditar nelas.

Alessandra Feitosa Calado

Anúncios

Comentários em: "Diálogos com o livro Criaturas de Ñanderu" (1)

  1. Jocélia disse:

    Valorizar a cultura um bom exemplo e uma ótima atitude dos jovens.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: