Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

Tinha uma menina que gostava de ouvir todas as tardes a sua avó contar histórias. Um dia a avó contou a história de uma índia que na tribo ela era a mais bonita de todas as índias.

Um dia o pai da linda cunhã estava caçando lenha e ouviu uma voz dizer que sua filha deveria passar a ter nome pássaro e que também teria uma missão. Ele voltou para a tribo e contou tudo que a voz disse.

A índia podia se comunicar com os seus ancestrais e sua missão era ir morar na cidade grande, mas tinha que volta a sua tribo para ensinar o que aprendeu. Ela, no entanto, não poderia se encantar com a cidade, pois, assim, lá ficaria presa. Ela se encantou com as “belezas” da cidade grande.

Com isso, a índia nunca mais voltou a sua tribo e ficou muito triste. A solidão e a saudade eram tão grandes que ela voava para a tribo só no pensamento e espalhava seu canto negro formando nuvens escuras.

Aluna: Vanderlea Moura

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