Espaço para partilha de resultados do trabalho em torno do livro Criaturas de Ñanderu, escrito pela autora indígena Graça Graúna e ilustrado por José Carlos Lollo

A história retrata uma aldeia, onde a mãe velha, conta uma história para todos ali presentes. Uma de suas netas senta perto para ouvir melhor.

Diz a história que, em um certo dia, o pai de uma linda cunhã ouviu vozes e mudou o nome de sua filha, dando-lhe nome de pássaro. Falou que ela iria a cidade grande aprender novos valores, mas que ela nunca se enganasse com as mentiras que lá existiam. Ela não poderia esquecer seus valores. Caso isso acontecesse, ela não retornaria à aldeia.

A linda cunhã, sempre que conversava com os espíritos, seus cabelos cresciam como se fossem penas e se tornavam asas.

Ela foi para cidade e se enganou com as mentiras, televisões, rádios e computadores, entre outros. Assim, ela ficou presa à cidade e não pode mais voltar. Só em saudade e lembranças ela voltava para seu povo.

Ao final da leitura do livro criaturas de Ñanderu, compreendi que as melhores coisas que acontecem em nossas vidas não podem ser esquecidas, como, por exemplo, os mitos contados em uma roda ao lado da fogueira por nossa avó.

Anaely Marinho de Sena

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